PHILIPE SCARI

Meu nome é Philipe Domingos, mas carrego o nome artístico de Philipe Scari. Escolhi esse nome em homenagem à Dona Clarice Scari, a minha "Vó Clarice", falecida em 2014. Minha profissão inicial foi de tradutor de Língua Brasileira de Sinais. Já fui tradutor em muitos lugares, incluindo a Universidade Federal do Espírito Santo, onde fui servidor público por 8 anos. A Libras me levou ao Curso de Letras Libras, onde me apaixonei pelo mundo das linguagens e todas as suas formas, e esse amor me levou até o Doutorado em Estudos Linguísticos. Em paralelo a tudo isso, a musica sempre foi o que deu tempero à minha vida. Toco violão desde os 15 e canto desde que me entendo por gente. Entre 2012 e 2013, fiz iniciação musical e comecei o Curso de Formação Musical (CFM) em canto erudito na Faculdade de Música do Espírito Santo (FAMES), lá eu me apaixonei ainda mais pela música, mas também descobri que a minha verdadeira paixão era a musica popular. Apesar de gostar da musica erudita, as apresentações me soavam mais como um show de execução pura de técnicas, mais próximo de um campeonato de skate ou de surf do que de um espaço para a apreciação da energia musical. Não tenho nada contra a técnica, é que no erudito eu me senti em um espaço onde isso é levado a sério demais, e eu não conseguia desenvolver afeto daquela maneira. No início de 2014, precisei fazer uma escolha. Dar continuidade ao Mestrado em Linguística ou seguir em frente em minha formação musical. Naquela época, o amor pela Linguística falou mais alto, e eu segui meus estudos.

Em 2020, com o "boom" da pandemia de Covid19, eu voltei a estudar música. Comecei criando um pequeno home estúdio de áudio e vídeo, onde eu lecionava para os alunos do Instituto Federal do Espírito Santo , estudava e, nas horas vagas, eu mexia em algumas letras que escrevo desde 2010, mas que nunca saíram do papel e das rodas de amigos - que me incentivaram a publicar. Em 2021, aconteceram 2 tragédias em um intervalo de uma semana. Em 16 de junho eu perdi o meu melhor amigo, Vanildo Steg, para a Covid. Vanildo era o maior interlocutor e referência que tive na academia. E na semana seguinte, dia 24, meu tio Marquinhos Dutra, que era a minha principal referência musical, também faleceu (de outra causa).

A partir daí, os estudos acadêmicos perderam o brilho. Terminei o doutorado. em homenagem ao Vanildo, que me acompanho durante toda minha trajetória acadêmica. Mas depois disso, senti que precisava de outra chama para viver. Então encontrei essa "chama" na energia musical, e . desde lá, eu estou decidido a me aprofundar na música.

Em Junho de 2022, fiz uma primeira apresentação com a música "Da Boca pra Fora", no Festival da Canção de Barroso - MG, em parceria com o músico e compositor Plínio Soares, da Banda da Flor, e de Kassio Dalla, da Banda Lion Jump.

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