La casa, la luce, la collina, al Nord.
por Federica Borgato @federicaborgato
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Introduzione
Ho realizzato uno shooting fotografico all'interno di una casa appena terminata nella sua ristrutturazione.

Materiali e strumenti
Adobe Bridge, Adobe Photoshop
Il sole, in collina, al Nord.
Il processo creativo che mi ha accompagnata è stato quello di partire ascoltando il progettista che ha realizzato la ristrutturazione: le scelte cromatiche, di forniture, i cambiamenti rispetto all'opera originale.
SEguendo questo percorso ho realizzato le immagini che più potessero evidenziare la bellezza della luce in questa casa circondata dal verde e dagli animali domestici, elementi che più volte ritornano negli scatti.


Il processo
ho dovuto lavorare molto velocemente utilizzando HDR perchè la luce si muoveva molto in fretta e le stanze erano più di 8, abbiamo avuto circa 6 ore di luce buona.


Osservare e curare lo styling
per arrivare allo scatto definitivo in alcuni casi ho dovuto spostare i materiali trovati per rendere più armonica l'inquadratura e la combinazione delle forme, i volumi, i colori.


Curare lo styling
avendo la possibilità di scattare anche da altezze diverse, ho trovato interessante anche poter restituire in fotografia anche dei punti di vista inusuali





5 comentarios
Beautiful
amnistracion de la calidad etapas
fantastic job!
Olá Federica
Gostei da locação. Em breve uma análise detalhada de seu projeto
Olá Federica
Parabéns pelo projeto! Gostei do seu olhar e sensibilidade ao fotografar. Ao olhar esse conjunto de imagens, eu sinto que o projeto já nasce com uma grande vantagem: há uma relação muito bem resolvida entre arquitetura, interiores e luz natural. O que eu percebo aqui não é apenas alguém que “viu” o espaço, mas alguém que soube esperar o espaço se revelar. Isso é fundamental em fotografia de arquitetura. O olhar aparece na escolha do que não mostrar tanto quanto no que foi enquadrado. Há intenção nos cortes, especialmente quando o enquadramento sugere mais do que explica. Curvas que entram e saem do quadro, encontros de cor que não se entregam de imediato, luz que toca antes de iluminar — isso tudo é olhar, não é técnica automática. Também vejo uma fotógrafa confortável com o silêncio da imagem. Não há pressa, nem excesso de informação. A câmera parece estar ali para escutar a arquitetura, não para disputar atenção com ela. Isso é algo que só aparece quando existe repertório e confiança. Em resumo: não é um registro. É uma interpretação. E quando a fotografia chega nesse ponto, ela deixa de ser acessória e passa a fazer parte do próprio projeto.
Luz natural
A luz é o grande fio condutor do ensaio. Vejo uma preferência consistente por luz lateral e rasante, entrando por janelas e portas em horários bem escolhidos. As sombras são desenhadas, não agressivas, e ajudam a revelar volumes, curvas e texturas. Em vários quadros — especialmente nas áreas de estar e circulação — a luz funciona quase como um elemento construtivo.
Cores e paleta
A paleta cromática é um dos pontos altos do projeto. Os verdes, azuis, terracotas e beges conversam entre si com naturalidade, sem excessos. O uso dos azulejos coloridos funciona muito bem fotograficamente porque cria ritmo, repetição e planos gráficos fortes. No geral, porém, o equilíbrio está muito bem alcançado.
Enquadramentos e composição
Os enquadramentos revelam um olhar atento à arquitetura. Há bom uso de portas, arcos e passagens como molduras naturais, o que cria profundidade e narrativa espacial — algo que eu considero essencial. Gosto especialmente das imagens que mostram transições entre ambientes. Elas ajudam a entender o projeto como um todo, e não como uma coleção de cômodos isolados.
Linhas, verticais e alinhamentos
Aqui há bastante rigor — e isso é fundamental. As verticais estão bem controladas, o que indica um cuidado tanto na captura quanto na pós-produção.
Criatividade e linguagem
Existe uma linguagem clara, coerente e madura. Não há excesso de efeitos. A criatividade aparece na escolha dos momentos de luz, nos recortes precisos e na valorização da arquitetura como ela é. Isso, para mim, é sinal de um bom patamar de fotografia de arquitetura. Essas imagens pedem exatamente esse tipo de olhar mais atento.
O projeto tem esse mérito: ele não se esgota no primeiro impacto. Os detalhes inusitados não estão ali como “efeito”, mas como consequência natural de um espaço bem pensado e bem observado. Quando a fotografia consegue revelar isso sem exagerar, ela cumpre um papel muito bonito. Há um cuidado silencioso nos recortes, nos encontros de materiais, nas curvas que aparecem meio de lado, quase por acaso. Esses detalhes funcionam como pausas na narrativa do ensaio — respiros visuais que enriquecem a leitura do conjunto. E o melhor: eles não quebram a harmonia geral, apenas aprofundam. Esse tipo de imagem não depende de modismo, nem de truque. Depende de olhar — e isso está presente aqui.
Tratamento de imagem
O tratamento é limpo, respeitoso e consistente. As altas luzes estão bem controladas, os brancos não estouram, e as sombras mantêm informação. Eu só ficaria atento para não homogeneizar demais as imagens — preservar pequenas variações de contraste entre ambientes ajuda a manter a sensação de percurso.
Conclusão
Este projeto fotográfico atinge um nível muito bom — em alguns momentos, excelente — para fotografia de arquitetura. Há coerência, sensibilidade à luz natural, respeito ao espaço e uma narrativa clara. Com pequenos ajustes finos de alinhamento, edição e seleção final, o ensaio tem força tranquilamente para publicação editorial de alto nível. É um trabalho que não grita. Ele conversa. E isso, para mim, é sempre um ótimo sinal.
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